Dádiva da minha vida,
Onde estás?
Aonde me encontrará?
Te sinto tanto.
Quero-te como inspiração,
Como tumulto,como distração.
Quero-te no momento certo,
E agora e para sempre.
Quero-te da minha maneira.
Quero-te para a vida inteira.
Quero-te flutuando nos meus sonhos,
E sobrevivendo em minhas inconstâncias.
Quero-te como o mar,
Que inunda e encanta.
Que mesmo leve ou forte,
Sempre me quebrantará
Com suas suaves ondas e seus doces beijos.
Eu não sei se sou. Talvez eu seja,talvez nem tanto. Sou um pouco do que consegue ver e muito mais do que não pode. (B. Abreu)
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Perdoa-me
Perdoa-me,
Por ser incansável,
Indecifrável,indiferente.
Perdoa-me,
Por ter sido arrebatada
Com tal intensidade.
Não sou tão volúvel,
Mas por ti e em ti
me superei e me perdi.
Perdoa-me,
Por não saber me entregar
Por inteiro.
Só pela metade.
Perdoa-me,
Por ser tão receosa.
Mas perdi meus medos
Ao te encontrar.
Perdoa-me,
Não quero entender,
Nem sei como explicar.
Eu,que com as palavras brinco,
As perdi no seu olhar.
Estou atordoada,inconsolável.
Sua ausência me tira o sossego,
Já não sei me controlar.
Perdoa-me,
Se não sei admitir.
Só sei que por ti e em ti,
Me superei e me perdi.
Por ser incansável,
Indecifrável,indiferente.
Perdoa-me,
Por ter sido arrebatada
Com tal intensidade.
Não sou tão volúvel,
Mas por ti e em ti
me superei e me perdi.
Perdoa-me,
Por não saber me entregar
Por inteiro.
Só pela metade.
Perdoa-me,
Por ser tão receosa.
Mas perdi meus medos
Ao te encontrar.
Perdoa-me,
Não quero entender,
Nem sei como explicar.
Eu,que com as palavras brinco,
As perdi no seu olhar.
Estou atordoada,inconsolável.
Sua ausência me tira o sossego,
Já não sei me controlar.
Perdoa-me,
Se não sei admitir.
Só sei que por ti e em ti,
Me superei e me perdi.
sábado, 13 de novembro de 2010
Da onde vim?
Se me perguntares
Da onde vem meu dom,
Aprosento-te a imagem
De uma bela mulher.
Flexível,protetora.
Fonte de fé
E de sonhos incessantes.
Dona do meu caráter
E da minha admiração.
Se me perguntares
Da onde vem minha inspiração,
Apresento-te a imagem
De um grandioso homem.
Forte,expansivo,adorável.
Fonte de garra
E determinação.
Dono da minha integridade
E do meu respeito.
Corpos que se fundiram
E deram origem ao meu ser.
Minhas palavras fogem
E são insuficientes
Para descrever minha gratidão.
Só sei que os amo
Com toda minha vida.
E na intensidade
Do meu orgulho,vivem.
E jamais morrerão.
Da onde vem meu dom,
Aprosento-te a imagem
De uma bela mulher.
Flexível,protetora.
Fonte de fé
E de sonhos incessantes.
Dona do meu caráter
E da minha admiração.
Se me perguntares
Da onde vem minha inspiração,
Apresento-te a imagem
De um grandioso homem.
Forte,expansivo,adorável.
Fonte de garra
E determinação.
Dono da minha integridade
E do meu respeito.
Corpos que se fundiram
E deram origem ao meu ser.
Minhas palavras fogem
E são insuficientes
Para descrever minha gratidão.
Só sei que os amo
Com toda minha vida.
E na intensidade
Do meu orgulho,vivem.
E jamais morrerão.
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Oportunidades
Eu tive a oportunidade
De conhecer pessoas.
Umas se foram a tempos.
Outras ficarão pra sempre.
Eu tive a oportunidade
De experimentar essências.
Umas mais fortes,
Outras mais leves.
Mas deixaram sua leveza
E levaram minha inconstância.
Eu tive a oportunidade
De ter amigos.
E conhecer passantes.
E viver decepções.
E saber o que é efêmero.
Eu tive a oportunidade
De ver você passar,
E ver você ficar
E ver você partir.
Eu tenho a oportunidade
de fazê-lo eterno.
Eu tenho a capacidade
De guardá-los para sempre.
De conhecer pessoas.
Umas se foram a tempos.
Outras ficarão pra sempre.
Eu tive a oportunidade
De experimentar essências.
Umas mais fortes,
Outras mais leves.
Mas deixaram sua leveza
E levaram minha inconstância.
Eu tive a oportunidade
De ter amigos.
E conhecer passantes.
E viver decepções.
E saber o que é efêmero.
Eu tive a oportunidade
De ver você passar,
E ver você ficar
E ver você partir.
Eu tenho a oportunidade
de fazê-lo eterno.
Eu tenho a capacidade
De guardá-los para sempre.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Minha insanidade
A minha insanidade
Me toma o senso comum.
Minhas manias,
São relativamente oriundas.
Ostento minhas ideias,
Mas poucos a compreendem.
E não os questiono.
Estão todos limitados,
À importâncias concretas.
Mas tenho o prazer,
E o desprazer
De me questionar.
Estou me explorando.
Estou recriando
E projetando.
Gosto da possibilidade
De ser exótica.
De ser insana.
De libertar o meu ser.
Me toma o senso comum.
Minhas manias,
São relativamente oriundas.
Ostento minhas ideias,
Mas poucos a compreendem.
E não os questiono.
Estão todos limitados,
À importâncias concretas.
Mas tenho o prazer,
E o desprazer
De me questionar.
Estou me explorando.
Estou recriando
E projetando.
Gosto da possibilidade
De ser exótica.
De ser insana.
De libertar o meu ser.
Aceite-se
Saiba dar,doar-se.
Saiba criar,improvise.
Saiba confiar,acredite.
A vida sabe correr.
Esqueça pesadelos.
Esqueça rancores.
Esqueça privações.
Adquira o direito,
De abrir mão,de abandonar.
O amor não é tão pequeno,
Ele tem outras faces,
Outras fazes.
Aceite as pessoas.
Aceite-se.
Deixe fluir os dias.
Sinta-se mais.
E não se importe,
Nem se limite.
Não recue.
Não se precipite.
A vida se encarregará
De lhe mostrar
E lhe trazer o que é seu.
Saiba criar,improvise.
Saiba confiar,acredite.
A vida sabe correr.
Esqueça pesadelos.
Esqueça rancores.
Esqueça privações.
Adquira o direito,
De abrir mão,de abandonar.
O amor não é tão pequeno,
Ele tem outras faces,
Outras fazes.
Aceite as pessoas.
Aceite-se.
Deixe fluir os dias.
Sinta-se mais.
E não se importe,
Nem se limite.
Não recue.
Não se precipite.
A vida se encarregará
De lhe mostrar
E lhe trazer o que é seu.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O pássaro e a mulher
Uma vez eu fui um pássaro,
Sabiá,eu voei.
Por entre as árvores,
e conhecia nuvens.
Alimentava-me de céu,
Ouvia a voz divina.
E ela me guiava.
Uma vez eu fui mulher.
E por ele,me apaixonei.
Por entre as ruas,
caminhava,mas nada via.
E ainda assim,
Conhecia as nuvens.
Alimentava-me dos olhos seus.
Ouvia a voz divina.
E ela me guiava.
E ela me entendia.
Sabiá,eu voei.
Por entre as árvores,
e conhecia nuvens.
Alimentava-me de céu,
Ouvia a voz divina.
E ela me guiava.
Uma vez eu fui mulher.
E por ele,me apaixonei.
Por entre as ruas,
caminhava,mas nada via.
E ainda assim,
Conhecia as nuvens.
Alimentava-me dos olhos seus.
Ouvia a voz divina.
E ela me guiava.
E ela me entendia.
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